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Conivência, jamais!
Apresentei voto contrário à aprovação das contas de 2008 do ex-prefeito Cesar Maia. Os motivos incluem desde os desvios de verbas da Educação aos gastos com a inacabada Cidade da Música – dados irrefutáveis, extraídos de relatórios técnicos do Tribunal de Contas do Município.
No dia 30 de abril, o juiz federal Flavio de Oliveira Lucas condenou a Prefeitura do Rio por utilizar, desde 1998, um artifício contábil para descumprir o mínimo de gastos com a Educação determinado pela Constituição Federal. O desvio de dinheiro da Educação ultrapassou a casa dos R$ 5,5 bilhões.
Esta seria mais uma razão para a Câmara rejeitar as contas do ex-prefeito e alertar que, em geral, Educação só é prioridade nos discursos pré-eleitorais. Na hora de governar, é diferente.
Não dá para aceitar que quem avança todos os sinais não perca a carteira e siga impune para provocar mais estragos.
Confira os dados e tire as suas conclusões.
O meu voto
A contabilidade “criativa”
No Rio, prefeitos brigam na Justiça para gastar menos com Educação
Falso dilema
Quem vai pagar por isso?
Dê a sua opinião.
Um abraço,
Andrea Gouvêa Vieira
 
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